quarta-feira, 24 de junho de 2009
Maybe I don't really wanna know how your garden grows.
Como eu andei dizendo no meu twitter (opa tudo bom? agora eu tenho twitter), eu vou começar o incrivel post da dificuldade em fingir interesse.
Bom, eu to trabalhando num lugar onde eu tenho que conversar com pais de alunos e eu tenho que fingir interesse no desempenho do filho deles o tempo todo: eu finjo interesse na permanencia deles na escola, finjo interesse no comportamento e no cacete a quatro.
Olha, eu nao morri por dentro nao, eu so ando sem paciencia pra humanidade.
Sinceramente, o mundo podia ser mais simples, direto e verdadeiro. Eu podia ser paga pra telefonar e dizer:
- Olha dona, seu filho tirou nota baixa. A senhora pode ta preocupada, mas eu nao dou a minima. Por mim ele podia vazar daqui agora que seria uma anta a menos pra eu telefonar quando sair o caderninho dos burros, afinal eu tenho uma porçao de bandeirinha idiota pra cortar em cartolina e to aqui gastando tarifa telefonica e tempo com um moleque folgado que nao é capaz de conjugar o verbo to be.
ou
- Olha dona, seu pivete ta faltando pra caralho. Pois é, se a senhora nao sabia ele provavelmente ta la no canal fumando maconha enquanto eu to aqui gastando tarifa telefonica te avisando a cada dois dias que ele falta quando eu podia ta economizando tanto que daria pra bater um papo com o jaspion no telefone no final do mes. E EU QUERIA CASAR COM O JASPION QUANDO EU ERA CRIANÇA (mas isso ja é assunto pro meu livro).
e hoje eu nem vou começar a falar sobre fingir interesse nas relaçoes sociais fora do trabalho porque com essas NEM DINHEIRO EU GANHO.
entao eu falo mais sobre elas amanha.
Espero que voces finjam interesse no que eu to dizendo.
ps: dia 7 de julho eu tenho consulta com o dr. sala entao aproveitem o diario da instabilidade ate chegarem minhas doses cavalares de rivotril. (pros sadicos.)
Bom, eu to trabalhando num lugar onde eu tenho que conversar com pais de alunos e eu tenho que fingir interesse no desempenho do filho deles o tempo todo: eu finjo interesse na permanencia deles na escola, finjo interesse no comportamento e no cacete a quatro.
Olha, eu nao morri por dentro nao, eu so ando sem paciencia pra humanidade.
Sinceramente, o mundo podia ser mais simples, direto e verdadeiro. Eu podia ser paga pra telefonar e dizer:
- Olha dona, seu filho tirou nota baixa. A senhora pode ta preocupada, mas eu nao dou a minima. Por mim ele podia vazar daqui agora que seria uma anta a menos pra eu telefonar quando sair o caderninho dos burros, afinal eu tenho uma porçao de bandeirinha idiota pra cortar em cartolina e to aqui gastando tarifa telefonica e tempo com um moleque folgado que nao é capaz de conjugar o verbo to be.
ou
- Olha dona, seu pivete ta faltando pra caralho. Pois é, se a senhora nao sabia ele provavelmente ta la no canal fumando maconha enquanto eu to aqui gastando tarifa telefonica te avisando a cada dois dias que ele falta quando eu podia ta economizando tanto que daria pra bater um papo com o jaspion no telefone no final do mes. E EU QUERIA CASAR COM O JASPION QUANDO EU ERA CRIANÇA (mas isso ja é assunto pro meu livro).
e hoje eu nem vou começar a falar sobre fingir interesse nas relaçoes sociais fora do trabalho porque com essas NEM DINHEIRO EU GANHO.
entao eu falo mais sobre elas amanha.
Espero que voces finjam interesse no que eu to dizendo.
ps: dia 7 de julho eu tenho consulta com o dr. sala entao aproveitem o diario da instabilidade ate chegarem minhas doses cavalares de rivotril. (pros sadicos.)
Assinar:
Postagens (Atom)